quarta-feira, 25 de janeiro de 2012

Nasa divulga foto com maior definição já feita da Terra


Nasa divulga foto com maior definição já feita da Terra


Primeira imagem do tipo foi tirada em 1972 pela Apollo 17.
Fotografia de 2012 foi feita com sonda que estuda o clima.





A Nasa divulgou nesta quarta-feira (25) o que chamou de "a mais incrível imagem em alta definição da Terra", feita pelo satélite Suomi NPP. A fotografia foi tirada em 4 de janeiro.
As fotos da Terra são uma tradição da Nasa que começou com a Apollo 17, que tirou uma das mais famosas fotografias já feitas do espaço.
Chamada de "Blue Marble" (que significa tanto "Bola de Gude Azul" quanto "Mármore Azul", em inglês), ela foi capa de revistas por todo o mundo.

segunda-feira, 23 de janeiro de 2012

Onda de radiação de tempestade solar se aproxima da Terra


Onda de radiação de tempestade solar se aproxima da Terra



Segundo o NOAA, a radiação começou a chegar à Terra uma hora após a erupção solar

No meio da temporada de tempestades solares mais intensa desde setembro de 2005,os cientistas afirmaram nesta segunda-feira que outra labareda do astro enviará radiações à Terra até a próxima quarta-feira e pode afetar satélites. A Administração Nacional de Oceanos e Atmosfera (NOAA, na sigla em inglês) dos Estados Unidos indicou que seu Centro de Previsões de Clima Espacial, no Colorado, observou a erupção solar no domingo às 14h (de Brasília). A radiação começou a chegar à Terra uma hora mais tarde e continuará até na quarta-feira.
O campo magnético da Terra já está afetado por uma ejeção de massa da coroa solar, após uma erupção ocorrida na superfície do Sol na quinta-feira, 19 de janeiro, segundo os astrônomos. A agência governamental afirmou que a tempestade ganha força e uma onda de radiação se dirige rapidamente à Terra.
"Devido a este fenômeno é quase certo que haverá uma tempestade geomagnética", ressaltou um comunicado da NOAA. "A labareda solar associada alcançou sua máxima altura no dia 23 de janeiro", acrescentou.
Um modelo informático feito pelo Centro de Previsões aponta que esta onda da tempestade terá seu maior efeito no campo magnético da Terra nesta terça-feira. O problema principal desta radiação é a interferência com o funcionamento dos satélites e é um inconveniente em particular para os astronautas no espaço.

quinta-feira, 19 de janeiro de 2012

Brasil tem até junho para cumprir acordo com observatório no Chile



 Brasil tem até junho para cumprir 

acordo com observatório no Chile



Entrada do país no grupo de pesquisa astronômica pode estar ameaçada.
Diretor diz que telescópio gigante é inviável sem ajuda brasileira.



A participação brasileira como país-membro do Observatório Europeu do Sul (ESO, na sigla em inglês), grupo europeu de pesquisas astronômicas, pode estar ameaçada caso o país não cumpra o acordo estabelecido em dezembro de 2010, que prevê um investimento de 250 milhões de euros para a aceitação no consórcio, segundo o diretor-geral do ESO, o astrônomo holandês Tim de Zeeuw. Se o Brasil não entregar sua parte, a construção de um telescópio gigante já atrasada pode não acontecer.

Segundo Zeeuw, o prazo final para uma resposta financeira do Brasil precisa ocorrer até junho, seis meses depois do previsto no compromisso inicial firmado no final do mandato do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e do então ministro de Ciência, Tecnologia Sérgio Rezende.
“Se existe um prazo final? Acho que podemos dizer que sim, afinal o compromisso inicial era em dezembro de 2011. Se a situação não se resolver até junho, teremos problemas”, alerta o chefe do ESO.
Tim de Zeeuw cita que essa demora não é compreendida pelos outros países-membros do ESO. "Algumas nações que participam do grupo estão surpresas. E também não tem sido fácil entrar em contato com o governo brasileiro", diz. 
O ministério afirmou em nota que o projeto no valor de 250 milhões de euros foi reavaliado por conta de ajustes orçamentários feitos pelo governo brasileiro em 2011 e pela atual conjuntura econômica internacional.
Ilustração mostra como será o Telescópio Europeu Extremamente Grande. (Foto: ESO)



O ministério brasileiro afirma que após reavaliação, o projeto está em fase final de conclusão e deve ser enviado ao Congresso Nacional para votação em breve. Se aprovado, o valor, equivalente a R$ 566 milhões, deverá ser pago totalmente até 2021.
Telescópio Extremamente Grande
O Brasil é peça-chave para tornar viável o projeto mais ambicioso da instituição atualmente: o Telescópio Europeu Extremamente Grande (E-ELT, na sigla em inglês), um instrumento óptico que contará com um espelho primário de 39,3 metros e será, segundo o ESO, o maior equipamento para detectar luz visível disponível no mundo.
Quando pronto, o telescópio deverá permitir pesquisas sobre os principais campos de investigação astrônomica atuais como a procura por planetas fora do Sistema Solar, a análise de buracos negros e pesquisas sobre a origem do Universo. O local escolhido para receber o instrumento é Cerro Amazones, no Chile.
Orçada em 1 bilhão de euros, a construção do equipamento estava prevista para começar em 2011 e pode demorar ainda mais caso o Brasil não garanta parte do investimento.
“Para que a gente possa começar a construção do telescópio, nós precisamos da participação brasileira”, explica Zeeuw.
Tim de Zeeuw, diretor-geral do Observatório
Europeu do Sul. (Foto: ESO)

O país espera garantir transferência de tecnologia e participação da indústria nacional.
O ESO já disponibiliza instrumentos e instalações no Chile para uso de pesquisadores brasileiros desde 2011. A pasta de Ciência reconhece que 30% do tempo solicitado por cientistas nacionais foi cedido, valor pouco abaixo dos 32% aceitos, em média, para os outras nações.
Mudança ministerial
Tim de Zeeuw está ciente dos argumentos apresentados pelo Ministério da Ciência e diz compreender a dificuldade para um contato nos últimos dias, marcados pela mudança na pasta, com o ministro Aloizio Mercadante sendo substituído por Marco Antonio Raupp, chefe da Agência Espacial Brasileira (AEB).
“É natural a demora por responder neste momento, espero entrar em contato com Raupp em breve, que é uma pessoa com um passado ligado à comunidade astronômica”, diz de Zeeuw.


terça-feira, 17 de janeiro de 2012

Viagem a Lua.

http://www.google.com/moon/

Viagem Espacial.

http://www.google.com/sky/

Rússia investiga fracasso de sonda que teria caído no Pacífico

Rússia investiga fracasso de sonda que teria caído no Pacífico




A missão da sonda russa Fobos-Grunt era coletar amostras de uma das luas de Marte.


O vice-primeiro-ministro russo, Dimitri Rogozin, anunciou nesta segunda-feira que irá dirigir a investigação sobre o fracasso do lançamento da sonda Fobos-Grunt, cujos fragmentos teriam caído no domingo no Oceano Pacífico, a 1.250 km da ilha chilena de Wellington. "Vou controlar pessoalmente a investigação sobre as causas do acidente de Fobos-Grunt", escreveu em sua conta do Twitter.

 "Espero da (agência espacial russa) Roskosmos o relatório prometido sobre as causas do acidente, os nomes dos anti-heróis, assim como as perspectivas de desenvolvimento do setor espacial até 2030", acrescentou, indicando que uma reunião a respeito irá ocorrer em 31 de janeiro.

 A Fobos-Grunt, lançada em 9 de novembro, deveria se dirigir para uma lua em Marte (Phobos) para coletar amostras, mas fracassou em sua tentativa de atravessar a gravidade terrestre, e desde então sua órbita caiu lentamente. Uma autoridade do setor espacial russo, que pediu o anonimato, afirmou no domingo que a Rússia terá dificuldades para estabelecer as causas deste fracasso devido à "ausência de dados telemétricos". "Estou certo de que as conclusões da comissão de investigação estarão baseadas em suposições, e não em fatos reais", declarou esta fonte, citada pela agência Interfax.

 No domingo, antes da queda da sonda, uma fonte do setor espacial russo previu, em declarações à agência Interfax, que os fragmentos cairiam "120 km a oeste da cidade argentina de Rosário", situada no centro do país. Mas, segundo cálculos de um funcionário do Ministério da Defesa russo, os fragmentos da sonda teriam caído no Oceano Pacífico, 1.250 km a oeste da ilha de Wellington. Um porta-voz da agência espacial Roskosmos declarou à AFP, no entanto, que "não dispõe de informação oficial".

Cientistas listam quatro novas descobertas sobre o universo

Cientistas listam quatro novas descobertas sobre o universo

O Observatório Estratosférico para Astronomia Infravermelha -telescópio, cuja particularidade é estar instalado na carcaça de um avião 747 - captou imagens do que parece ser uma estrela em formação.
 O exoplaneta Gliese 581g - no primeiro plano desta imagem artística, com três outros que compõem o sistema - foi considerado o mais parecido com a Terra, em uma lista dos planetas mais propensos a abrigar vida extraterrestre.
 Cientistas apresentaram as maiores imagens já vistas da chamada matéria escura, a misteriosa substância que compõe 85% do universo.
 Segundo pesquisadores, a cor da Via Láctea é o branco da neve da primavera logo depois do amanhecer ou antes do entardecer.

terça-feira, 3 de janeiro de 2012

Tempo mundial pode mudar em 2012


Tempo mundial pode mudar em 2012

 Uma nova forma de marcar o tempo? Esta armadilha de átomos de estrôncio, parte principal de um relógio atômico, poderá mudar a forma como o mundo mede o tempo.

Segundo bissexto

O tempo, tal como o conhecemos hoje, poderá não ser exatamente o mesmo tempo nos séculos que virão.

Tanto que os cientistas da área estão usando todo o seu tempo durante as festas de fim de ano para discutir uma nova definição da escala de tempo do mundo: o chamado Tempo Universal Coordenado (UTC).

E a principal questão em debate é o segundo bissexto - mais especificamente, a abolição do segundo bissexto.

Tempo tecnológico

Enquanto todo o mundo presta atenção aos anos bissextos, poucos sabem que uma "ajeitada" muito mais frequente no tempo, mas muito mais irregular, é feita constantemente.

Uma mudança que é essencial para manter o bom funcionamento dos sistemas de GPS, das telecomunicações, e até dos arquivos que você transfere pela internet.

O segundo bissexto surgiu no início da atual era tecnológica, em 1972. Ele é adicionado para manter a escala de tempo medida pelos relógios atômicos em fase com a escala de tempo baseada na rotação da Terra.

A razão para isto é que, enquanto os relógios atômicos, que usam as vibrações dos átomos para contar os segundos, são incrivelmente precisos, a Terra não é um cronometrista tão confiável quanto se acreditava - isto graças a uma ligeira oscilação que ela sofre conforme gira sobre seu próprio eixo:


"Desde a década de 1920 já se sabe que o movimento da Terra não é tão constante como tínhamos pensado inicialmente," explica Rory McEvoy, curador de "horologia" do observatório de Greenwich, no Reino Unido.

Essa variação natural da Terra significa que as horas medidas pelos relógios atômicos e as horas baseadas na rotação da Terra ficam cada vez mais defasadas conforme o tempo passa.

Assim, a cada poucos anos, antes que essa diferença cresça mais do que 0,9 segundo, um segundo extra - o chamado segundo bissexto - é adicionado ao tempo oficial, para colocar novamente os dois em sincronia.

"O Serviço Internacional de Rotação da Terra monitora a atividade da Terra, e eles decidem quando é apropriado adicionar um segundo bissexto em nossa escala de tempo," explica McEvoy.