terça-feira, 28 de fevereiro de 2012

A NASA está planejando reorganizar seu orçamento para permitir uma missão a Marte


NASA quer nova missão a Marte
 

Agência precisará reorganizar seu orçamento, que foi reduzido neste ano.                                                            A NASA está planejando reorganizar seu orçamento para permitir uma missão a Marte até o final desta       década.
Embora as missões conjuntas entre os EUA e Europa agendadas para 2016 e 2018 tenham sido canceladas, a NASA reconhece que ainda existe a chance de uma nova missão não tripulada seja lançada entre 2018 e 2020, mas apenas se os custos não forem muito altos.





Orlando Figueroa, líder do Mars Program Planning Group (MPPG), precisará reformular o programa de exploração de Marte. Ele está se preparando para apresentar sua proposta no dia 15 de março.

A NASA insiste que a exploração de Marte é prioridade, com investimentos totalizando US$ 6,1 bilhões nos últimos 10 anos.

A sonda Opportunity, que aterrissou em Marte em 2004, ainda está em operação mesmo depois do prazo original previsto, que era de 90 dias. Também existem dois satélites em operação, o Mars Reconnaissance Orbiter e o Mars Odyssey.

Em 2013 a NASA pretende lançar novas sondas que tem como o objetivo o estudo da atmosfera de Marte. Além disso, uma missão tripulada pode ser lançada entre 2030 e 2035.

sábado, 25 de fevereiro de 2012

Uma esfera metálica caiu na manhã da última quarta-feira (22) na zona rural do município de Anapurus (MA).

 Aeronáutica recolhe objeto que caiu do céu no Maranhão e descarta radioatividade; origem será investigada.




Militares da Aeronáutica recolheram, na noite desta sexta-feira (24), o objeto que caiu do céu na manhã da última quarta-feira (22), em Anapurus (MA), a 275 km de São Luis. A bola metálica --de aproximadamente 30 quilos e 1 metro de diâmetro-- caiu no povoado Riacho dos Poços, a 15 km do centro do município. A peça estava guardada no quartel da Polícia Militar no município de Chapadinha, a 30 km de Anapurus.


Segundo a análise inicial feita pelos técnicos da Aeronáutica não há risco haver radioatividade no objeto, que deve ser uma peça do foguete francês Ariane 4. A confirmação só virá após uma análise mais detalhada.

Segundo a assessoria de comunicação da Aeronáutica, o objeto foi recolhido por militares do Centro de Lançamento de Alcântara, localizada a oeste de São Luís, para onde a peça foi levada e será analisada. “O objetivo da investigação que faremos é saber de onde ela veio e de que se trata o objeto. Sobre o risco de radioatividade, é zero”, informou a Aeronáutica ao Ecoblog, na manhã deste sábado (25).

Ainda segundo a Aeronáutica, o material será analisado no próprio centro, em Alcântara, mas, caso seja necessário, poderá ser enviado ao Departamento de Ciência e Tecnologia Aeroespacial, em São José dos Campos (SP).

De acordo com policiais militares da 4ª Companhia Independente de Chapadinha, a bola metálica foi recolhida do povoado onde caiu pelos policiais na tarde da quinta (23). A medida foi tomada por conta da repercussão do caso e do temor de haver radioatividade.

Segundo o sargento Cardeal, cinco técnicos da Aeronáutica realizaram os testes ainda no quartel da polícia e descartaram a possibilidade de radioatividade e de contaminação de quem teve contato com a bola metálica. “Eles pediram para informar à população que não fique com medo, pois não há riscos”, disse.

Apesar do temor dos moradores da região com possíveis novos acontecimentos, cientistas afirmam que não há nenhum motivo para pânico, pois novos objetos não devem cair na região. “No momento não há previsão de reentrada de nenhum objeto em órbita. Esses eventos não são previsíveis com longa antecedência. Mesmo quando se sabe que o objeto vai cair, o máximo que se consegue prever é uma faixa de latitude onde o ele pode cair. As pessoas não devem ficar preocupadas com esse tipo de incidente”, afirmou o astrofísico da Universidade Federal de São Carlos (Ufscar), Gustavo Rojas, que está acompanhando o caso de perto.

Rojas afirmou aos mais assustados que não há registros de mortes por conta de queda de lixo espacial, e que a possibilidade de uma pessoa ser atingida por uma peça do espaço “é muito menor que a de sofrer qualquer outro tipo de acidente cotidiano.” “O medo é infundado. Estima-se que a chance de isso acontecer seja de 1 em 1 trilhão, enquanto por exemplo a de ser atingido por um raio é de 1 em 1 milhão. Em 50 anos de exploração espacial mais de 5.000 toneladas de lixo espacial voltaram ao solo, sem nenhum relato de vítimas”, assegurou.

terça-feira, 21 de fevereiro de 2012

Universo infinito: Planeta com água é descoberto

Universo infinito: Planeta com água é descoberto: Planeta com água é descoberto ESA e NASA comprovaram em fotos do telescópio Hubble que planeta é coberto com camada de vapor de água ...

Planeta com água é descoberto



Planeta com água é descoberto


ESA e NASA comprovaram em fotos do telescópio Hubble que planeta é coberto com camada de vapor de água


Novas observações do telescópio Hubble, administrado pelas agências NASA e ESA encontraram uma nova classe de planeta, nunca vista antes em qualquer outro sistema planetário.

A super-Terra GJ1214b orbita ao redor de uma estrela anã há 40 anos-luz da terra e é considerada um mundo de água coberto por uma atmosfera espessa e fumegante.

O planeta foi descoberto em 2009, mas só neste ano os cientistas comprovaram as especificações que o tornam único.

quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012

Veja luzes da Aurora Boreal sobre a Terra em foto da ISS




Veja luzes da Aurora Boreal sobre a Terra em foto da ISS







Uma imagem capturada a partir de um vídeo produzido pela tripulação da ISS (Estação Espacial Internacional) registrou uma enorme área iluminada em verde que corresponde à Aurora Boreal, no hemisfério Norte da Terra.

A Nasa (agência espacial americana) divulgou a foto nesta quarta-feira.

A região em close engloba os limites da Colúmbia Britânica (Canadá) e o Estado de Washington, perto da ilha de Vancouver, e o sul de Alberta, perto de Calgary.






 Tripulação da ISS gravou luzes da Aurora Boreal (em verde); a foto foi divulgada nesta quarta-feira pela Nasa

sexta-feira, 3 de fevereiro de 2012

Planeta recém-descoberto


Planeta recém-descoberto é 'melhor candidato a abrigar vida' fora da Terra


Distância de GJ 667Cc a estrela permite existência de água líquida.
Sistema solar fica a 22 anos-luz da Terra.



Ilustração do planeta GJ667Cc (Foto: Carnegie Institution for Science/Divulgação)


  Uma equipe internacional de cientistas descobriu um planeta a 22 anos-luz da Terra com mais possibilidades de ter água e vida que qualquer outro já descoberto. O estudo foi publicado nesta quinta-feira (2) pela revista "Astrophysical Journal Letters".
O planeta GJ 667Cc tem, no mínimo, 4,5 vezes a massa da Terra. Com uma órbita que dura o equivalente a 28 dias terrestres, ele gira ao redor de seu sol em uma zona onde a temperatura não é nem quente nem fria demais para que exista água em estado líquido em sua superfície.
"Este planeta reúne as melhores condições para manter água em estado líquido e é, portanto, o melhor candidato a abrigar vida tal qual nós a conhecemos", explicou Guillem Anglada-Escudé, chefe da equipe que trabalhou na pesquisa pelo Carnegie Institution for Science, em Washington,          A órbita na qual está reúne as condições nas quais poderia existir água, sem necessidade de cumprir outros requisitos como acontece com alguns planetas descobertos que, por exemplo, precisariam de uma atmosfera com muitos gases estufa.
Os pesquisadores encontraram evidência de pelo menos um e possivelmente outros dois planetas orbitando a estrela GJ 667C.
O estudo indica que a estrela pertence a um sistema triplo e tem uma composição diferente do Sol, com concentração muito inferior de elementos mais pesados que o hélio como o ferro, o carbono e o silício.
Segundo os pesquisadores, isto indica que a existência de planetas habitáveis pode dar-se em uma maior variedade de ambientes do que se acreditava anteriormente.
A equipe descobriu que o sistema também poderia conter um planeta gigante de gás e outro astro maior que a Terra com um período orbital de 75 dias. No entanto, são necessárias novas observações para confirmá-lo.