quinta-feira, 4 de julho de 2013
Câmera registra queda e explosão de foguete
sexta-feira, 31 de maio de 2013
domingo, 19 de maio de 2013
Uma nave russa com 45 ratos e 15 lagartos a bordo
Nave russa volta à Terra com animais a bordo
Centro de controle russo não informou quantos animais sobreviveram à missão
Uma nave russa com 45 ratos e 15 lagartos a bordo, ao lado de outros pequenos animais, retornou neste domingo de uma missão de um mês em órbita com informações que os cientistas esperam que abra caminho para um voo tripulado a Marte.
O centro de controle russo informou que a nave espacial Bion-M pousou com a ajuda de um sistema de paraquedas especial na região de Oremburgo, 1.200 km ao sudeste de Moscou.
A nave também transportava caracóis, pequenos roedores, algumas plantas e microflora. O centro de controle russo não informou quantos animais sobreviveram à missão.
Valery Abrashkin, diretor do programa do centro de pesquisas espaciais TsSKB, informou no momento da decolagem da missão em abril que o estudo tinha como objetivo determinar como se adaptam os corpos à falta de gravidade "para que nossos organismos sobrevivam em voos muito longos".
Um laboratório de pesquisa móvel foi levado para o local do pouso da cápsula para fazer uma análise rápida da resposta dos animais a sua viagem e a seu retorno à Terra.
Os cientistas destacaram a necessidade de utilizar animais porque eram submetidos a experimentos impossíveis de realizar nos humanos que estão atualmente operando a ISS (Estação Espacial Internacional, em português).
A Rússia sonha com Marte e tem como meta o ano de 2030 para iniciar a criação de uma base na Lua, para voar ao planeta vermelho.
Mas problemas recentes de seu programa espacial - incluindo o fracasso do satélite de pesquisa que Moscou tentou enviar a uma das luas de Marte ano passado - colocam em dúvida o futuro das explorações russas.
Centro de controle russo não informou quantos animais sobreviveram à missão
Uma nave russa com 45 ratos e 15 lagartos a bordo, ao lado de outros pequenos animais, retornou neste domingo de uma missão de um mês em órbita com informações que os cientistas esperam que abra caminho para um voo tripulado a Marte.
O centro de controle russo informou que a nave espacial Bion-M pousou com a ajuda de um sistema de paraquedas especial na região de Oremburgo, 1.200 km ao sudeste de Moscou.
A nave também transportava caracóis, pequenos roedores, algumas plantas e microflora. O centro de controle russo não informou quantos animais sobreviveram à missão.
Valery Abrashkin, diretor do programa do centro de pesquisas espaciais TsSKB, informou no momento da decolagem da missão em abril que o estudo tinha como objetivo determinar como se adaptam os corpos à falta de gravidade "para que nossos organismos sobrevivam em voos muito longos".
Um laboratório de pesquisa móvel foi levado para o local do pouso da cápsula para fazer uma análise rápida da resposta dos animais a sua viagem e a seu retorno à Terra.
Os cientistas destacaram a necessidade de utilizar animais porque eram submetidos a experimentos impossíveis de realizar nos humanos que estão atualmente operando a ISS (Estação Espacial Internacional, em português).
A Rússia sonha com Marte e tem como meta o ano de 2030 para iniciar a criação de uma base na Lua, para voar ao planeta vermelho.
Mas problemas recentes de seu programa espacial - incluindo o fracasso do satélite de pesquisa que Moscou tentou enviar a uma das luas de Marte ano passado - colocam em dúvida o futuro das explorações russas.
terça-feira, 30 de abril de 2013
Um sonho de viagem.
Espaçonave para turistas faz seu primeiro voo supersônico
O motor da SpaceShipTwo é hibrido, usa uma mistura de combustível sólido, um composto de borracha e o oxigenador óxido nitroso, em sua forma líquida
A espaçonave SpaceShipTwo, desenvolvida pela empresa Virgin Galactic, do bilionário inglês Richard Branson, fez seu primeiro voo supersônico
Tempestade em Saturno.
Furacão em Saturno pode ajudar a esclarecer fenômeno na Terra
Olho do furacão é 20 vezes maior que vórtice de uma tempestade terrestre.
Imagem foi captada pela sonda Cassini, da Nasa.
Imagem colorida artificialmente mostra furacão registrado pela sonda Cassini no Polo Norte de Saturno. O olho do furacão se assemelha a uma botão de rosa vermelha (Foto: NASA/JPL-Caltech/SSI)
Cientistas da agência espacial americana, Nasa, identificaram que uma tempestade no Polo Norte de Saturno é, na verdade, um furacão com um vórtice (região central do fenômeno) com largura equivalente a 20 vezes o tamanho do olho de um furacão na Terra. Seu tamanho é de 2 mil km, segundo a Nasa.
A tempestade, captada pela sonda Cassini, havia sido divulgada inicialmente em novembro do ano passado, mas somente agora a equipe revelou dados a respeito.
De acordo com os pesquisadores, a velocidade dos ventos do furacão de Saturno era quatro vezes mais rápida se comparada ao máximo que pode atingir um fenômeno terrestre.
Por aqui, a velocidade dessas tempestades é subdivida em cinco categorias de força pela escala Saffir-Simpson. Fenômenos classificados na categoria 1 têm ventos de até 152 km/h. Tempestades com ventos entre 153 km/h e 176 km/h estão na categoria 2.
Furacões com ventos entre 177 km/h e 207 km/h são classificados na categoria 3. Foram classificados neste patamar os fenômenos Katrina, que devastou Nova Orleans em 2005, e matou 1.700 pessoas, e Glória, que 1985 atingiu a região da Carolina do Norte e Nova York e causou oito mortes.
Na categoria 4, os ventos têm velocidade entre 209 km e 250 km. Já os furacões classificados na categoria 5 são aqueles que registram ventos com velocidade acima de 251 km/h, de acordo com o meteorologista do Inmet.
A Nasa afirma que estudar o furacão no Polo Norte de Saturno pode auxiliar em descobertas sobre a formação deles na Terra. O fenômeno climático é resultado da combinação de alta temperatura na superfície do oceano, elevada quantidade de chuvas e queda da pressão do ar (sistema que favorece uma subida mais rápida do ar e uma constante evaporação da água do mar). Esse sistema costuma se formar em áreas próximas à Linha do Equador.
Cientistas da agência espacial americana, Nasa, identificaram que uma tempestade no Polo Norte de Saturno é, na verdade, um furacão com um vórtice (região central do fenômeno) com largura equivalente a 20 vezes o tamanho do olho de um furacão na Terra. Seu tamanho é de 2 mil km, segundo a Nasa.
A tempestade, captada pela sonda Cassini, havia sido divulgada inicialmente em novembro do ano passado, mas somente agora a equipe revelou dados a respeito.
De acordo com os pesquisadores, a velocidade dos ventos do furacão de Saturno era quatro vezes mais rápida se comparada ao máximo que pode atingir um fenômeno terrestre.
Por aqui, a velocidade dessas tempestades é subdivida em cinco categorias de força pela escala Saffir-Simpson. Fenômenos classificados na categoria 1 têm ventos de até 152 km/h. Tempestades com ventos entre 153 km/h e 176 km/h estão na categoria 2.
Furacões com ventos entre 177 km/h e 207 km/h são classificados na categoria 3. Foram classificados neste patamar os fenômenos Katrina, que devastou Nova Orleans em 2005, e matou 1.700 pessoas, e Glória, que 1985 atingiu a região da Carolina do Norte e Nova York e causou oito mortes.
Na categoria 4, os ventos têm velocidade entre 209 km e 250 km. Já os furacões classificados na categoria 5 são aqueles que registram ventos com velocidade acima de 251 km/h, de acordo com o meteorologista do Inmet.
A Nasa afirma que estudar o furacão no Polo Norte de Saturno pode auxiliar em descobertas sobre a formação deles na Terra. O fenômeno climático é resultado da combinação de alta temperatura na superfície do oceano, elevada quantidade de chuvas e queda da pressão do ar (sistema que favorece uma subida mais rápida do ar e uma constante evaporação da água do mar). Esse sistema costuma se formar em áreas próximas à Linha do Equador.
Polo norte de Saturno é revelado em imagem colorida pela equipe da sonda Cassini. Essa região antes não era visível pela nave da Nasa, mas o fim do inverno no planeta permitiu a visualização
A missão Cassini-Huygens é um projeto de cooperação entre a Nasa, a Agência Espacial Europeia (ESA) e a Agência Espacial Italiana (ASI). As duas câmeras a bordo da sonda foram projetadas, desenvolvidas e montadas no Laboratório de Propulsão a Jato (JPL) da Nasa, em Pasadena, na Califórnia. A equipe que trabalha com as imagens fica no Instituto de Ciência Espacial em Boulder, no Colorado.
Anéis de Saturno aparecem em azul nesta imagem colorida pela Nasa. O olho do furacão aparece em vermelho, enquanto o "hexágono" que rodeia o fenômeno é visto em tom amarelado
Foto: NASA/JPL-Caltech/SSI / Divulgação
Nuvens de tempestade semelhante a furacão circulam ao redor do polo norte de Saturno
Foto: NASA/JPL-Caltech/SSI / Divulgação
Tempestade polar em Saturno - em imagem não editada - foi registrada pela sonda Cassini em novembro de 2012, quando o fenômeno foi identificado
Foto: NASA/JPL-Caltech/SSI / Divulgação
quinta-feira, 25 de abril de 2013
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