sexta-feira, 30 de dezembro de 2011

Nasa detecta uma nova ilha no Mar Vermelho.


Nasa detecta uma nova ilha no Mar Vermelho, perto do Iêmen



Foto: AFP


Imagem do dia 23 de dezembro divulgada pela Nasa mostra a erupção que ocorreu no Mar Vermelho

A Nasa anunciou nesta sexta-feira ter constado a formação de uma nova ilha perto da costa oeste do Iêmen, depois de uma erupção vulcânica. O Observatório da agência espacial americana publicou fotos obtidas por satélite, mostrando uma coluna de fumaça branca emanando do oceano perto do arquipélago de Zubair, no Mar Vermelho, no dia 23 de dezembro.
"A imagem mostra a formação de uma suposta ilha onde, antes, a superfície era apenas água", disse. "Uma densa coluna de fumaça sai do local, escura na base e clara no alto, talvez uma mistura de cinzas vulcânicas e vapor d'água", acrescentou.
Os vulcões submarinos são responsáveis pela criação de novas ilhas, mas muitas não são fortes o suficiente, para suportar o vento e o bater das ondas no mar aberto, afirmou o vulcanólogo Rick Wunderman à CNN. Wunderman acrescentou, no entanto, que esse material vulcânico observado no Mar Vermelho tem uma tendência a durar um pouco mais.

sexta-feira, 23 de dezembro de 2011

Astronautas decolam para passar o Natal na estação espacial


Astronautas decolam para passar o Natal na estação espacial


Pessoas assistem ao lançamento da Soyuz na base de Baikonur, no Cazaquistão (Foto: AP )


A nave espacial russa Soyuz TMA-03M decolou com sucesso rumo a Estação Espacial Internacional (ISS, na sigla em inglês) às 11h16 desta quarta-feira (21) na base de Baikonur, no Cazaquistão. Os três astronautas a bordo chegam ao destino na sexta e vão passar o Natal em órbita.
O trio que decolou nesta quarta fica no espaço até maio. Em março, Burbank, Shkaplerov e Ivanishin voltam à Terra e serão substituídos. Kononenko assume o comando da estação a partir de então, na Expedição 31.

Astronauta fotografa cometa visto do espaço.

Astronauta fotografa cometa visto do espaço.



A agência espacial americana (Nasa) divulgou nesta sexta-feira (23) uma fotografia feita da passagem do cometa Lovejoy pela Terra vista do espaço. A imagem foi obtida pelo comandante da estação espacial, o americano Dan Burbank. 

Imagem foi feita por comandante da estação espacial.
Cometa Lovejoy passou pela Terra em 21 de dezembro.

sábado, 3 de dezembro de 2011

Novos Planetas


Astrônomos descobrem 18 novos planetas fora do Sistema Solar


Astros descobertos por equipe californiana têm massa similar a de Júpiter.
Cientistas mediram alterações no brilho de 300 estrelas durante o estudo.




Uma equipe de astrônomos do Instituto de Tecnologia da Califórnia (Caltech), nos Estados Unidos, anunciou a descoberta 18 novos planetas fora do Sistema Solar. Segundo os pesquisadores, este é o maior número de exoplanetas encontrados de uma só vez percorrendo a órbita de estrelas com massas maiores que o Sol.

Apenas a sonda Kepler, lançada em 2009 pela Nasa somente com o objetivo de detectar exoplanetas que possam reunir condições para abrigar a vida, conseguiu encontrar um número superior: até agora foram mais de 1,2 mil possíveis novos planetas, que ainda precisam ser confirmados por novos estudos.

Já os cientistas californianos usaram telescópios do Observatório Keck, localizado no Havaí, e confirmaram os dados coletados com a ajuda dos observatórios McDonald, no Texas, e Fairborn, no Arizona.
Para encontrar novos planetas, os astrônomos buscam por estrelas com pertubações no brilho, que podem ser traços de astros que orbitem ao seu redor. No caso da pesquisa agora divulgada em uma publicação especial da revista "The Astrophysical Journal", todos os exoplanetas possuem uma massa parecida com a de Júpiter e orbitam a distâncias parecidas com a Terra em relação ao Sol. Ao todo, foram pesquisadas 300 estrelas.

Os autores do estudo acreditam que os novos planetas reforçam a ideia de que planetas podem ser gerados a partir de discos de poeira e gás ao redor das estrelas em formação. Eles ainda argumentam ser possível que o tamanho da estrela determine planetas maiores ou menores.
Outra interpretação seria o acúmulo de gás e poeira em grandes "bolas" que eventualmente se transformariam em planetas, tese que não condiz com as observações feitas pelo time californiano.
Atualmente, o número de exoplanetas conhecidos e confirmados já ultrapassou 600.

sexta-feira, 2 de dezembro de 2011

Super Nova


Estrela da Companhia primeira Supernova Encontradas

Em 2004, uma equipe internacional de astrônomos, pela primeira vez, observou um"sobrevivente" stellar emergem de um sistema de estrela dupla envolvendo umasupernova explodiu.

Supernovas são algumas das mais importantes fontes de elementos químicos no universo, e eles estão no centro da nossa compreensão da evolução das galáxias. Em vista deste artista, o vermelho super-gigante estrela progenitora da supernova (à esquerda) está explodindo depois de ter transferido cerca de 10 massas solares de gáshidrogênio para a estrela companheira azul (à direita).

Crédito de imagem: NASA

quarta-feira, 30 de novembro de 2011

Embaixador da boa vontade na ONU


 Astronauta brasileiro é nomeado                      embaixador da boa vontade da ONU


O astronauta brasileiro Marcos Pontes foi nomeado embaixador da boa vontade da Organização das Nações Unidas para o Desenvolvimento Industrial (Onudi). Em comunicado, o organismo informou a escolha de Pontes, o primeiro astronauta profissional do Brasil que viajou ao espaço.
"Proveniente das pobres condições de vida dos subúrbios de São Paulo, ele tornou seu sonho realidade graças a sua educação básica e profissional", destacou a nota. Com a história de sua vida, "é um exemplo de como a educação básica e profissional pode fazer a diferença real", disse o diretor-geral da Onudi, Kandeh Yumkella.
Ao aceitar sua nomeação durante a 14ª Conferência-Geral da organização, Pontes pediu investimentos da cooperação internacional na preparação "das novas gerações, para formar cidadãos do mundo".

segunda-feira, 7 de novembro de 2011

Asteroide próximo a Terra

Asteroid 2005 yu55
Asteróide 2005 YU55 é um dos cerca de 8.500 objetos próximos da Terra para serem catalogados até o momento. O que torna este especial rocha espacial é que seu caminho orbital da Terra com segurança leva passado dentro da órbita da Lua no início de novembro de 2011. A trajetória de 2005 YU55 é bem compreendida. No ponto de maior aproximação, que não será mais perto do que 201.700 milhas (324.600 km), ou 0,85 da distância da Lua à Terra. A última vez que uma rocha espacial do tamanho de 2005 YU55 chegou tão perto da Terra foi em 1976, embora os astrônomos não sabiam sobre o sobrevôo no momento. A próxima abordagem conhecida de um asteróide desse tamanho será em 2028.
NASA plano de cientista para aproveitar ao máximo esta oportunidade cósmica. Durante rastreamento de 2005 YU55, os cientistas vão usar antenas na rede Espaço Profundo da NASA em Goldstone, Califórnia, e no Observatório Arecibo, em Porto Rico para saltar ondas de rádio de rock fora do espaço. Ecos de radar retornado do asteróide serão coletados e analisados. Os cientistas da NASA esperam obter imagens de radar do asteróide de Goldstone tão fino como cerca de 7 pés (2 metros) por pixel. Isso deve revelar uma riqueza de detalhes sobre os recursos do asteróide superfície, forma, dimensões e outras propriedades físicas.
Esta não é a primeira vez que 2005 YU55 foi na mira da NASA. O asteróide foi "fotografado" pelo Observatório Arecibo em 19 de abril de 2010. A rocha espacial foi de cerca de 2,3 milhões quilômetros (1,5 milhões de milhas) da Terra no momento. A imagem fantasmagórica com resolução de 7,5 metros (25 pés) por pixel foi gerado.Revela 2005 YU55 como um objeto mais ou menos esférica de cerca de 400 metros (1.300 pés) de tamanho. Ele também revelou que o asteróide está girando lentamente, com um período de rotação de cerca de 18 horas, e sua superfície é mais escura que carvão em comprimentos de onda ópticos.
Os dados coletados durante a observação de Arecibo de 2005 YU55 permitiu que o Near-Earth Escritório do Programa de Objetos no Jet Propulsion Laboratory da NASA, Pasadena, Califórnia, com precisão refinar a órbita da rocha espacial. A influência gravitacional do asteróide não terá nenhum efeito detectável em qualquer coisa aqui na Terra, incluindo as marés do nosso planeta ou placas tectônicas. Embora 2005 YU55 está em uma órbita que regularmente traz para a vizinhança da Terra (e Vênus e Marte), o encontro de 2011, com a Terra é o mais próximo que esta rocha espacial tem vindo, pelo menos nos últimos 200 anos.

quarta-feira, 2 de novembro de 2011

Satélites

Satélites em volta da terra
As imagens impressionam. São parte de uma simulação da ESA (Agência Espacial Européia) para mostrar onde estão os mais de 12 mil satélites artificiais da Terra, colocados em órbita por foguetes nos últimos 50 anos. Olhando para elas, fica mais fácil entender como, apesar de todo o esforço de rastreio feito por agências espaciais ao redor do mundo, dois satélites, um russo e um americano, colidiram no espaço, sobre a Sibéria. 


 Nas imagens, há um exagero, claro: os satélites na verdade são bem menores do que parecem na simulação, em comparação com o tamanho da Terra. Por isso, ao tirar fotos de nosso planeta, as sondas espaciais não revelam a montanha de metal, lixo e painéis fotovoltaicos que gira o tempo todo sobre nossas cabeças. Ainda assim, está tudo lá. 

As preocupações de segurança são maiores para missões tripuladas. Em caso de uma colisão de algum desses satélites com a Estação Espacial Internacional, é improvável que os tripulantes do complexo orbital pudessem sobreviver. Daí a necessidade de monitorar de perto tudo que é colocado em órbita da Terra. 

Céu

Noite chegando